Sabe aquele desejo bem desejado pra estrela mais brilhante do céu?
Cuidado com ele.
O que a gente quer nem sempre é o melhor que pode ser, muito menos é o que nós projetamos.
Aquela história de "não o que a gente quer, mas o que a gente precisa" é mais do que verdade.
Sempre sonhamos com alguém e desenhamos tão minimamente em nossas cabeças, que pensamos: quando eu reconhecê-lo, vou ser um ser vivo mais feliz. Mentira, não vai.
Podemos fazer rascunhos e mais rascunhos dos outros, mas só iremos encontrar o amor nos outros quando este partir de nós mesmos. Precisamos aperfeiçoar os nossos traços, para aí estarmos prontos para sermos mais felizes.
Não tem graça adivinhar tudo, se não dividimos a mesma palavra.
Não tem graça partilhar o mesmo sentido, se não é o mesmo sentimento.
Falei com um mestre e percebi que a maior estrada para a felicidade está nas nossas veias.
Vamos nos guiar por nossos fluídos de olhos fechados e conhecer-nos.
Aí, talvez, estejamos prontos para o amor.
É difícil não enxergar mais problemas e viver o que sentimos por dentro.
É difícil não camuflar o olhar e observar o que é como é.
O amor está em todos os lugares, todas as pessoas, todos os olhares, sõ não estamos preparados para isso.
Enquanto não fico pronta, observo a metamorfose das coisas a partir do que transformo dentro de mim.
Bem vinda, fluidez.
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Quem vai sempre em frente não chega a lugar nenhum.
São tantas sílabas de sentimentos formando meus pensamentos.
Cada palavra derruba e reconstrói o mundo que está ao meu redor.
Queria poder elevar meu coração e usá-lo como coroa e não como explicação.
É difícil nos permitir fazer o que queremos, estamos sempre amarrados a algum tipo de obrigação inexistente. Estou tentando de verdade me reconciliar com a minha vontade, com aquele sonho que tem tudo pra dar certo.
Às vezes é quase impossível dizer a verdade, nem que seja monossilábica: Sai! Não! Sim! Vai!
Queria apontar a direção e seguir sem pensar o que a minha intuição diz.
Eu recrio, mudando o ponto de vista de estar agora, aqui.
Eu deixo qualquer coisa parecer um sinal e acredito... talvez assim eu consiga despistar o que não pode ser feito ou dito e continuo.
Cada palavra derruba e reconstrói o mundo que está ao meu redor.
Queria poder elevar meu coração e usá-lo como coroa e não como explicação.
É difícil nos permitir fazer o que queremos, estamos sempre amarrados a algum tipo de obrigação inexistente. Estou tentando de verdade me reconciliar com a minha vontade, com aquele sonho que tem tudo pra dar certo.
Às vezes é quase impossível dizer a verdade, nem que seja monossilábica: Sai! Não! Sim! Vai!
Queria apontar a direção e seguir sem pensar o que a minha intuição diz.
Eu recrio, mudando o ponto de vista de estar agora, aqui.
Eu deixo qualquer coisa parecer um sinal e acredito... talvez assim eu consiga despistar o que não pode ser feito ou dito e continuo.
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quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Nó na cabeça e peso na garganta.
Foi essa sensação que tive ao abrir os olhos pela manhã.
Como se os incômodos trocassem de lugar para se renovarem em me alcançar.
Que vontade de viver o sonho, de voar bem longe, de encontrar aquele.
Secretamente me insinuo entre palavras ambíguas para não ter que enfrentar o que me cerca.
Eu tenho medo do amor, será que é fuga ou defesa?
Eu desejo o amor, será que é intenso ou intenção?
Giros de 360° são entorpecentes visões do que é o agora e eu não quero mais observar, quero interagir.
Quero acrisolar o hoje, protestar o ontem e intuir o amanhã.
Achei que me conhecia o suficiente para não queimar os dedos em algo que com certeza está quente.
Me enganei.
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terça-feira, 31 de agosto de 2010
de nós
Vamos tentar sobreviver a toda essa história, a toda essa incompreensão e incólume saber.
Vamos imaginar um novo mundo nascer, onde possamos escolher entre o poder e o fogo.
Que possamos atravessar os sentidos sem precisar ficar intactos, sem nos mostrar heróis de nós mesmos, pois depois do amor não restam fatos e nem é necessária uma carta de adeus.
Vamos compreender que não é para ser fácil, mas a imposição da dificuldade parte somente de nós mesmos.
Vamos imaginar um novo mundo nascer, onde possamos escolher entre o poder e o fogo.
Que possamos atravessar os sentidos sem precisar ficar intactos, sem nos mostrar heróis de nós mesmos, pois depois do amor não restam fatos e nem é necessária uma carta de adeus.
Vamos compreender que não é para ser fácil, mas a imposição da dificuldade parte somente de nós mesmos.
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