Atordoante você.
Como uma lanterna na pupila do maçante, alucinante, pulverizante. Você.
Memórias incansáveis de nós.
Lacerando a minha carapuça de quem superou dores inesquecíveis e curou feridas irremediáveis.
Tempo de ir embora.
Que chegou e se foi e agora vem de novo, mostra que se eu ainda tenho que me lembrar de te esquecer é porque você ainda vive em mim, de alguma forma torta e torturadora.
Ah esse tempo que não tem tempo de cumprir seu papel. Me sacaneia.
A cada renovação de neurônios ainda percebo conexões a você.
Ah se coração falasse e saudade matasse, o mundo teria mais histórias do que bocas para contá-las.
A minha boca do peito ainda canta teu nome, mas virão outros nomes, outras dores, outros você.
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quinta-feira, 11 de junho de 2015
sábado, 27 de novembro de 2010
Amor
Uma loucura bem docinha condiz com o que emano.
A primeira impressão que tiver de mim, não vai ser a que ficará na lembrança.
Ainda bem que se você sentir algum sentimento ruim perto de mim, logo vai descobrir que foi um momento e que só coisas boas podem me acompanhar.
No começo não me permito, no meio me entrego demais e depois encontro a medida... mas já é tempo de viver outra sintonia.
Eu estou na boca de todos e no desejo de cada coração.
Eu sou o amor, muito prazer.
A primeira impressão que tiver de mim, não vai ser a que ficará na lembrança.
Ainda bem que se você sentir algum sentimento ruim perto de mim, logo vai descobrir que foi um momento e que só coisas boas podem me acompanhar.
No começo não me permito, no meio me entrego demais e depois encontro a medida... mas já é tempo de viver outra sintonia.
Eu estou na boca de todos e no desejo de cada coração.
Eu sou o amor, muito prazer.
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